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Como se locomover nas cidades? Uma questão importante em uma viagem

Olááá! Tudo bem? Hoje vamos falar sobre transportes. Na verdade, algumas dicas sobre locomoção nas cidades durante as viagens.

E esse assunto não serve somente para viagens para correr. Ele é importante para todos os tipos de viagens. Vamos lá?

Pode parecer um assunto bobo, mas, durante as viagens, a menos que você faça tudo a pé (inclusive sair do aeroporto) ou fique dentro do hotel o dia todo, você vai precisar de algum meio para se locomover.

Saindo do aeroporto/rodoviária

O primeiro ponto a se pensar é como sair do aeroporto/rodoviária e chegar até o local da hospedagem. Muitas vezes, o próprio site do hotel já oferece informações de como chegar até lá. Também há alguns hotéis que oferecem o serviço de pegar o passageiro na chegada. No entanto, normalmente, é um serviço pago. Portanto, verifique com antecedência isso para evitar surpresas.

Transfer do aeroporto de Toronto para o centro da cidade. Imagem: Arquivo pessoal.

Existem algumas organizações de provas que oferecem esse serviço gratuitamente aos participantes das corridas. Eu já tive várias experiências dessas e, claro, amei. Só fique atento, pois o transfer é para alguns hotéis específicos. Mas isso não é um problema. Você pode pegar o transporte até um dos pontos e, de lá, seguir para seu hotel de uber, táxi ou até mesmo a pé. Geralmente sai mais em conta do que ir direto do aeroporto.

 

Ônibus disponibilizados pela Maratona de Foz do Iguaçu no aeroporto da cidade. Imagem: Arquivo pessoal.

 

Não tem transfer? Beleza. Caso você não esteja com muitas malas ou não se importe, verifique se há transporte público. Uma dica é usar a rota de transporte público do Google Maps.

 

Tela do Google Maps Transporte Público. Imagem: Google Maps.

 

Alguns lugares possuem um ônibus executivo que, mesmo sendo mais caro (mas menos que um táxi), oferece maior conforto que um transporte público tradicional. Também pode ser uma opção.

 

Você pode até sair do aeroporto de barco, he he he. Experiência em Toronto, Canadá. Imagem: Arquivo pessoal.

 

Se as opções ônibus, metrôs ou trens não fizerem parte do seu vocabulário, sem problemas… Ainda temos Uber, táxi ou transporte privativo. Eles podem ser bem úteis se você chegar em um horário muito tarde (ou muito cedo) ou se estiver com muitas malas.

No caso de táxis, as empresas que ficam no aeroporto/rodoviária costumam ser bem mais caras e com preços tabelados, mas podem ser mais seguras caso você não conheça nada da cidade, o que pode dar problemas com taxistas “espertinhos” para elevar o preço da corrida.

Sobre o Uber, pode ser que exista algum lounge especial para que os clientes possam pedir seus carros. No Aeroporto Santos Dumont, aqui no Rio, por exemplo, tem. Ele fica no Bossa Nova Mall, um shopping que tem ligação direta com o terminal de embarque do aeroporto. Isso é muito prático, pois é só pedir e aguardar sentadinho, aproveitando o wi-fi disponível, he he he…

E, para finalizar, existe a questão dos transfers privativos. Eles podem ser interessantes para pessoas que estão mega cansadas da viagem, mais idosas ou com dificuldades de locomoção. Afinal, haverá uma pessoa no desembarque com uma plaquinha com seu nome te esperando. É só chegar e se dirigir para o carro. Quer mais comodidade que isso?

Em minha primeira viagem ao Egito, como não sabia nada, transfer privativo salvando a humanidade. Imagem: Arquivo pessoal.

 

Locomoção nas cidades da viagem…

Resolvida a questão de como sair do aeroporto/rodoviária, vamos falar um pouco sobre como se locomover nas cidades durante a sua estadia.

Pesquise como é andar na cidade de ônibus, trem, bonde, carro ou metrô. Verifique o tipo de trânsito que a cidade tem. Se for algo muito pesado, e houver a possibilidade, usar o metrô ou trem poderá ser a melhor opção. Afinal, eles não param no engarrafamento.

 

Bilhete de trem na Itália. É preciso validar antes de entrar no trem, pois se a fiscalização passar e você não tiver feito isso, poderá ser multado. Imagem: Arquivo pessoal.

 

A questão aqui é entender como o transporte funciona. Não é só saber que linha te leva daqui para ali. Tem que saber como pagar o transporte, por onde se entra, como funcionam os cartões para um dia de viagem, para muitos dias (algumas cidades têm passes semanais, o que pode ser bem econômico), se tem integração entre os modais, se tem que validar antes de entrar no transporte para não pagar multas… Ou seja, tem muita coisa relacionada ao tema (tanto que foi uma das minhas matérias preferidas da faculdade, he he he)…

Validando o bilhete em um ônibus na Itália. Tudo para fugir das multas. Imagem: Arquivo pessoal.

 

O Uber, o táxi e o transporte privativo também podem entrar nesse deslocar-se pela cidade. Veja o que fica mais cômodo para você.

Eu sempre opto pelo transporte público, mas existem alguns momentos que essas opções mais privativas são mais adequadas. Tudo é uma questão de perceber o momento, não é?

Também há os ônibus hop on hop off. Eles são uma excelente maneira de explorer a cidade, principalmente, quando estamos sem muito tempo. Várias cidades do Brasil e do mundo oferecem esse serviço. Eu amo, principalmente quando vou fazer corridas longas! Você curte a cidade descansando… E, se achar algum lugar interessante, é só descer e depois pegar outro ônibus que passa de tempo em tempo.

 

Esse é bem pequenino, mas existem opções maiores de ônibus hop on hop off. Vale a pena. Imagem: Arquivo pessoal.

 

Algumas pessoas gostam de alugar um carro. Eu costumo fazer isso quando vou a Santa Catarina, principalmente a Blumenau, pois sai muito mais em conta que pegar o transporte executivo que leva do aeroporto até a cidade (e para voltar também). No entanto, eu acho uma coisa estressante, pois você precisa estar preocupado com a direção, com os radares da estrada, com os buracos e etc (além de ter que aprender a dirigir um carro diferente). Caso a viagem seja para um momento de paz, isso pode dar uma atrapalhada nesse sentido…

Se o seu roteiro inclui mais de uma cidade, verifique como é possível ir de uma à outra. Mesmo que sejam próximas, pode ser que não exista rota direta e que você precise fazer conexões.

Isso aconteceu na viagem para correr a Maratona Romântica dos Castelos Reais, em Füssen (Alemanha). A ideia era visitar uma cidade que estava a 50 km de lá. No entanto, não havia rota direta e nós tivemos que pegar um trem para Munique e depois outro para a tal cidade. Ou seja, o que seriam 50 km acabaram se tornando 120 km.

E ainda há a questão de que em alguns locais pode acontecer de não ter transporte (ônibus ou trem) todos os dias da semana. Por isso, repito: pesquise, pesquise, pesquise, he he he…

Leve em consideração os custos, as limitações das pessoas que irão com você (ou suas mesmo) e o nível de conforto que você deseja. Independente da decisão, tenha em mente que imprevistos acontecem. O tênis fez bolhas, você se cansou de correr, acordou com dores musculares após a corrida, o voo atrasou e não há mais ônibus executivo… Isso tudo pode alterar a sua maneira de se locomover no destino. Por isso, esteja preparado financeiramente.

Nossa, viu só como um assunto que parecia bobo, pode fazer a diferença na sua viagem? Vou ficando por aqui, mas não vamos terminar essa conversa. Conte aqui nos comentários como você costuma se locomover nas cidades que visita… Vou adorar saber e aprender também!

Espero que você tenha gostado desse assunto. Até a próxima!

Um super beijo,

Carolina

 

Carolina Belo
Carolina Belo
Olááá! Eu sou Carolina Belo, um ser “múltiplo”. Isso porque sou Bióloga, Turismóloga e Guia de Turismo. E nessa mistura toda ainda sou viajante e corredora. Gosto muito de escrever, principalmente quando o tema envolve minhas paixões: viagem, corrida e fotografia. Sou uma pessoa feliz...

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